Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Correia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Correia. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Inauguração 3

Luz Morais, Dias Machado, Robert Nicolaus Tucano, Carmen Aguiar,
Cristina Maya Caetano, Corin Cervera, Maria Ivone Bergamini
 Kim Berlusa, Adrina Exeni, Luz Morais, Dias Machado,
Robert Nicolaus Tucano
Amália Soares
 Luísa Paula Guerreiro, Liliana Marmelo, Nicolau Campos
Josefa Galhano, T. Sarrias Cruxent, Luís Correia,
Fernando Serrano, Sara Vieira  
 Fermin Colomer, Artur Santos
Delio Sánchez, Aquilino Mayoral Pulpón, Carlos Godinho e Francisco Reyes
 Enrix Rubió, Estrela Rúa, Cristina Semedo
 Mizé, Beatrix Janh
Marina Cocós, Délio Sanchez, Aquilino Mayoral Pulpón
Collado, Anxo Álvarez

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

65. LUÍS CORREIA

“Azeitonas Lunares”
Acrílico s/ tela
250,00€

O Luís Manuel Martins Correia, nasceu em 46 e abraçou-se às artes gráficas desde sempre.
Seria incómodo e inadequado realçar aqui, quase como uma autobiografia, o que daria para um livro, o tudo aquilo a que muito estive ligado durante toda a vida profissional.
Mas, resumindo.....e evitando pormenores.
Muita actividade nesta área logo a partir dos 16 anos, tanto no desenho de ilustração, como em capas de livros, paginações, catálogos, stands, ilustração infantil, etc. Ilustração para jornais, revistas e tudo o mais que se pedia e que daria para muitas páginas. Seguiu-se a Banda Desenhada, com o 1º álbum aos 17 anos, e o 2º aos 25. Agora, recentemente, a História do ACP em BD, com todos os seus automóveis, desde 1800 e picos até à actualidade.
Aqui, o porquê de sempre ser mais desenhador que pintor.
Ligado à arte da pintura escultura e arquitectura, familiarmente, por ter nascido numa Editora de Obras de Arte (recordando-me, entre as muitas que paginei, a do Nicolau Nasoni), era inevitável acabar com uma tela à frente, e só minha, para a sujar à minha vontade e de acordo com o meu subconsciente, mas boa ou má os outros o dirão, pois nos 17 anos de assistente gráfico da Fundação Calouste Gulbenkian tive à minha frente muitas telas dos grandes mestres, forçosamente com conhecimentos do muito existente em museus, quer nacionais, quando trabalhava para a Secretaria de Estado da Cultura, quer estrangeiros como em Londres, Paris, Madrid etc.
... e assim, à cerca de uns 20 anos, e com alguns intervalos, comecei a pintar e expor, com algumas colectivas e não só, recordando-me de uma pessoal, na Biblioteca Nacional, outra em Beja.....
Agora veja-se o que aconteceu!!!!!!!!
— Julguem vocês